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Jesus pregou só para os judeus?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Alguns aninhos atrás em Tel-Aviv ...veja o nome da rua

Alguns aninhos atrás em Tel-Aviv ...veja o nome da rua

A pregação do Sermão do Monte foi histórica em vários sentidos. Quando Jesus subiu ao monte para pregar, sua pregação haveria de “sacudir” muito dos conceitos da lei que os judeus tinham até então. Quando estive lá, vi o provável lugar onde Jesus pregou o Sermão do Monte: há uma formação natural rochosa na praia que reflete o som (como uma concha acústica) permitindo um ajuntamento de centenas, talvez um ou dois milhares de pessoas e todos poderiam ouvir o discurso SEM microfone!
Também, essa oportunidade traria gente de diferentes lugares do mundo de então: sírios, gente de Decápolis (as dez cidades gentílicas tiradas à força do controle judaico pelo general romano Pompeu em 63 AC). Elas, com excessão de uma, estavam todas a leste do Jordão, ou seja, a região que hoje seria Síria, Jordânia e assim por diante.
Decápolis era a mesma região de onde surgiu aquele endemoninhado que Jesus curou e mandou que voltasse a seu povo e contasse como Deus havia tido misericórdia dele. Mc 4:18-20
A mulher siro-fenícia de origem (a região fenícia deu origem ao Líbano de hoje), mas que era grega, encontrou o Mestre na região de Tiro e Sidom clamando para que ele ordenasse a cura de sua filha, veio de longe para ouvir Jesus, receber Sua palavra e ter libertação na sua casa!
Já passei uma vez também pela região de Cesaréia de Filipe, uma cidade gentílica na cabeceira principal do rio Jordão, onde havia um nicho (um oráculo) onde os gentios adoravam seus deuses. Ali Jesus perguntou aos seus discípulos:
“Quem dizem os outros ser o filho do homem?” Mt 16:13
Haviam muitos deuses adorados naquela região pelos gentios, por isso a pergunta de Jesus. Também muito interessante ele sair da Galiléia e Judéia e andar por outras regiões que os judeus naturalmente não passariam.
Jesus veio para todos:
“Veio para o que era Seu, mas os seus não O receberam, mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, os que crêem no seu nome” Jo 1:11-12

Praise and Worship Conference in Syria

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Este artigo foi escrito por Amer Matalka, um dos organizadores da Conferência na Síria

 

 

Praise and worship conference.

 

 

“We have been praying for years to see believers in  come together before the Lord in one accord.  We were touched by the openness of these young leaders to come together and be led by the Master,” stated an elder Syrian pastor at a praise and worship conference held in the Mashta El-Helwo village in northern Syrian last month.  On his knees, praising and worshiping, he thanked God for all the young leaders attending.  Syria

 

 

Over 200 Syrian singers, song writers, worship leaders, and pastors from Catholic, Greek Orthodox, Alliance, Nazarene, Baptist, Presbyterian, and Assyrian backgrounds gathered together to attend this first in Syria and the seventh Middle Eastern conference on biblical methods of praise and worship.  Before every teaching session, worship leaders helped prepare individuals to go before the Lord.  Then, local singers from different denominations were able to sing and share their hearts in music.  Speakers and teachers fromBrazil, the , , and  led the sessions.  LebanonJordanUnited States

 

Response to large group sessions was astounding.  Mike Herron from Integrity Music led the congregation in 6 sessions on biblical worship.  He spoke clearly about true worship, insisting that true worship comes from a heart that is filled with God’s presence.  Teaching about worship in the Old and New Testaments, he said that people used to go to the tabernacle to worship, but because of Christ’s redemption, the hearts of believers are His tabernacle.  He spoke about ways to become clean before God and how to worship Him, not only in church, but in every minute of the day.  Brazilian Asaph Borba demonstrated ways of leading congregational worship in three sessions titled, “How to Lead a Worship Service”.  Asking the question “What is our greater call?” he spoke of the importance of building one’s relationship with God by worshiping Him through thanksgiving, praise, worship, and intercession.  He reminded participants that planting seeds is their job, but that the harvest is God’s.  Speaking about joy in real worship, he said that leaders do not put on joy on as they lead, but they should reflect the joy that they already possess.  In worship, one expresses what is already within.  After listening to Brazilian Marcello’s two sermons:  ”Here Am I, Lord” and “Here am I, my brother/sister”, over two thirds of participants publicly surrendered their lives as holy vessels in the Master’s hands. Gerson Ortega spoke about the way to  and worshiping with my mouth and life. Damascus

 

Workshops were practical and enjoyable.  ”Tips for Leading a Worship Service,” a workshop led by Jordanian worship leader Husam Smeir, taught participants about song selection, worship preparation, responsibilities of a worship leader, and common mistakes of worship leaders.  “Tips on Writing Lyrics and Composing” was led by Salam Ameish, a well-known composer and a song writer from .  Taking lyrics from the Psalms, the 23 session participants composed five songs, which Omaish, who also runs a Christian recording studio, says are ready to  be recorded at any time.  Nizar Faris, well-known vocalist and a voice teacher led “Vocal Training”, giving tips on how to best utilize one’s vocal abilities.  He also taught a session on the history of Arabic music, listening to vocal recordings from old and new Arabic secular singers and speaking about the vocal strengths and weaknesses of each one.  Speaking about the history and evolution of Arabic music, he taught that some of the very best Arabic secular singers trained their voices singing old Byzantine church tunes.  Egyptian Maged Adel led a workshop on music teams, speaking about the importance of having a vision and a spiritual goal for every Christian music team or band.  Syrian Lucian Salloum talked about selection, operation, and maintenance of sound systems in his workshop.Jordan

 

During times of prayer before and after sessions, groups from different denominations came together in one accord to pray for churches, church workers, ministers, Syrian leaders, and the country in general. 

 

Each evening, a different singing team led participants in worship through music, beginning with Salam Team from , followed by Nizar Fares and a Catholic group from , , and Strongholds, a well-known Christian band from .  Participants jumped with joy, clapping and shouting, as teams led them before God’s throne.LebanonSyriaAleppoSyria

 

Pray for this ministry and for those who are working hard behind the scenes to make it happen.  Pray that they will stay focused and cling to the Father as they try to decide where to hold the conference next year.  For the last six years, the conference has been held in different Middle Eastern country.  ,Cyprus ,Lebanon,  and  have already had their turns.  Which country will be next???????  You pray with us. 

 

Nos caminhos de Damasco

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

 

17 a 21 de setembro 2008
Andando de carro de Aman (Jordânia), passando a fronteira para a Síria e depois dirigindo na direção de Homs, ao norte do país, dá uma sensação de tempo hoje e passado…esse caminho há muitos anos foi trilhado por Saulo, depois Paulo na sua experiência de conversão.
A experiência de participar de um encontro de adoração com irmãos da Síria, Jordânia, Egito, Líbano e Iraque foi única! A Igreja é algo muito especial e diferente do que às vezes pensamos ser nossa experiência dominical e/ou sabática semanal.
Existe uma Igreja no Iraque com gente jovem, incrível, cheia de vida e fé no Senhor Jesus. Mesmo em Bagdá, segundo eles me contaram, a Igreja subsiste em meio a bombas, morteiros, metralhadoras…muitas vezes as bombas rodeiam o prédio, mas não acertam o lugar de reunião dos santos! Louco mesmo como nosso Deus!
O castelo “Krak des Chevalieurs” por onde passamos mostra a herança medieval e das cruzadas que marcaram aquela terra e povo da Síria.
Foram quatro dias de intensa comunhão, compartilhar, estudos bíblicos e adoração, com presença de Deus até tarde da noite, e cânticos dirigidos pelos grupos presentes.
Uma certeza: as sementes lançadas ali tem bom terreno para florescer e, a cada ano, a gente percebe o crescimento dos irmãos em Deus, na intimidade, ousadia, amor pela própria família (muitas vezes composta de muçulmanos) e esperança na Palavra.
 

Bem vindos!!!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Olá a todos!!

Nosso blog está começando a ficar “vivo”.

Como primeira notícia nossa dessa nova fase, quero dar as boas-vindas a todos!

Estou a caminho de Damasco na Síria onde participaremos junto com nosso querido Asaph Borba, Mike Herron e Marcelo Guimarães em uma conferência de louvor e adoração com igrejas dos diferentes países do Oriente Médio, que se reunirão alí.

Há uma grande expectativa e já sabemos que há mais de cento e cinquenta inscritos. Isso para o lugar onde vamos e o contexto de tudo por alí, todas as dificuldades, é um excelente número que pode ainda aumentar até quinta-feira pela manhã, quando efetivamente começa o congresso!

Deus tem trabalhado entre seu povo em todo lugar da terra.

Deixo para vocês uma citação do livro ” História da Música Ocidental” :

 

“A medida que a igreja primitiva se expandia de Jerusalém para a Ásia Menor e para o Ocidente, chegando a África e a Europa, ia acumulando elementos musicais provenientes de diversas zonas. Os mosteiros e as igrejas da Síria tiveram um papel importante no desenvolvimento do canto e dos salmos e dos hinos. Estes dois tipos de canto religioso parecem ter-se difundido a partir da Síria, via Bizâncio, até Milão e os outros centros ocidentais…o canto dos cristãos era associado ao ato de se comprometerem através de um juramento”

 

A Síria foi um centro iniciador dentro do processo de “construção” do que hoje chamamos na igreja: “salmos e hinos”!

 

Você sabia disso?

 

Gerson do aeroporto de Frankfurt, indo para Síria, passando por Amman, Jordânia.